quarta-feira, 16 de julho de 2014

Hortas Caseiras

FONTE: http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/hortas-caseiras/

A produção de hortaliças nos quintais, ou até mesmo em jardineiras, tem sofrido acentuada redução, tendo em vista, entre outros fatores, diminuição de espaços disponíveis, falta de conhecimento sobre a formação de hortas e de tempo das pessoas e, principalmente, a dificuldade de se trabalhar nos canteiros por exigir considerável esforço físico, entre outros fatores.
No entanto, entre os benefícios que uma horta caseira pode trazer podem ser citados: reaproveitamento de recipientes para plantio, reciclagem de resíduos orgânicos, exercício da educação ambiental para a família, colheita de saúde, laborterapia, geração de renda, capacitação de pessoas, grande economia e contribuição para melhorar as condições ambientais da cidade, pois minimiza o efeito estufa e contribui na absorção do gás carbônico.




Hortaliças cultivadas na sua casa, podendo ser colhidas bem frescas, sem agrotóxicos, inclusive enfeitando o jardim, não é tão complicado como muitos imaginam. Se seguir algumas dicas, com menos de uma hora por semana, conseguirá manter o cultivo que renderá os benefícios desejados.
Poderá ser usado o quintal, jardineiras na janela, e até aproveitamento de terrenos baldios e espaços ociosos em áreas públicas, desde que autorizados, como escolas e postos de saúde.
Para uma família, de 5 a 7 pessoas, com 100 m2 ela terá quase todas as hortaliças que necessite, e produzirá quase 70% das necessidades nutricionais. Se considerarmos apenas uma pessoa, 10 m2 serão suficientes. Mesmo em um vaso comum é possível obter produções interessantes, pois um tomateiro produz até 4,0 kg, e uma planta de berinjela pode ultrapassar os 20 kg de frutos.
Em 1 m2, podem ser produzidos 36 alfaces por ano, ou 6 kg de cenoura. Há hortaliças em que uma planta pode fornecer o ano todo, como a cebolinha e a couve.
Em matéria de rapidez, as hortaliças são campeãs, pois em menos de 30 dias já é possível colher rabanetes; e em dois meses, rúcula e abobrinha. Muitas são colhidas em até três meses.


 Produzindo adubo caseiro


1. Na composteira com tampa, separe restos de comida, cascas de frutas e de legumes, pó de café e demais resíduos orgânicos gerados na cozinha, tomando cuidado par não deixar acumular por mais de uma semana, pois poderá provocar mau cheiro.
2. Se houver papel disponível, intercale, na composteira, com os detritos da cozinha, pois ele será útil, absorvendo o excesso de umidade. Desnecessário dizer que não se deve utilizar o lixo do banheiro.

3. Comece agora montar a composteira, intercalando uma camada de folhas ou capim com uma camada de detritos de cozinha, armazenados na composteira. Coloque um pouco de cal em cima dos restos de comida para evitar a proliferação de ratos.
4. Crie camadas superpostas, até que o monte atinja uma altura máxima de um metro. Se houver disponibilidade de esterco de animais, forme camadas adicionais com ele, o que irá melhorar muito a qualidade do produto final.
5. Aproveite também as sobras de leite e o sangue retirado da limpeza das carnes, diluindo-o com mais água e regando a composteira. O objetivo é favorecer a atividade microbiana, acelerando o processo.
6. Deixe o composto descansar, revirando-o uma vez por mês até completar noventa dias, cuidando de repor a umidade sempre que necessário.
7. Esse composto pode ser utilizado na dose de 2,0 kg por metro quadrado, apesar de que o ideal é seguir recomendação com base na análise de solo.
Obs. não use em excesso nenhum dos materiais indicados, e quanto mais diversificado, melhor a qualidade.
Marcos Roberto Furlan
http://quintaisimortais.blogspot.com.br/




quarta-feira, 25 de junho de 2014

VEGITECTURE – Vegetação e Arquitetura

FONTE: http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/vegitecture-vegetacao-e-arquitetura/


Vegitecture, um jardim vertical de 21 metros num prédio residencial de Barcelona


Chama-se Vegitecture – uma mistura de vegetação e arquitetura – e pode já ser visto na fachada de um prédio residencial de Barcelona, Espanha. Falamos de um gigantesco jardim vertical desenhado pela consultora Capella Garcia e que se confunde com a paisagem arborizada das ruas que cercam o edifício.
Segundo o Buzz Buzz Home, o paredão verde tem 21 metros de altura e perto de 300 metros quadrados. E para além de dar um toque misterioso ao edifício, a fachada viva permite filtrar as impurezas do ar, controlar a temperatura dos apartamentos e inclusive isolar os ruídos que vêm da rua e céu.
Com uma estrutura feita em aço galvanizado, cada plataforma de jardins conta com bancos, fontes e até um telescópio que permite observar flora e fauna. Para atrair as aves da cidade, os arquitetos equiparam o jardim com abrigos.
Um sistema de irrigação gota-a-gota automatizado monitoriza o consumo de água e os alimentos necessários para manter a fachada viva, através de drenagens programadas. Finalmente, e para manter o jardim saudável, três jardineiros profissionais são responsáveis pela poda das plantas.

http://greensavers.sapo.pt

A Crise da Água

FONTE: http://noticias.seuhistory.com/o-comeco-da-guerra-pela-agua-estudo-traca-mapa-dos-principais-confrontos-de-um-futuro-iminente

Artigo publicado em 17 06 2014


O começo da Guerra pela água.


Estudo traça mapa dos principais confrontos de um futuro iminente


Com as mudanças climáticas, os rios tendem a inundar e a secar mais rápido, de acordo com um estudo recentemente conduzido pelo Intergovernmental Painel on Climate Change. A escassez de água deve, provavelmente, ocorrer em partes do mundo que já sofrem com problemas de fornecimento. Desta maneira, cientistas políticos acreditam que conflitos em determinadas áreas se tornem mais intensos. Em uma tentativa de tentar “rastrear” as futuras disputas por água ao redor do mundo, pesquisadores da Universidade do Estado do Oregon levaram uma década para reunir uma grande base de dados de intercâmbios internacionais - tanto alianças como conflitos - sobre a distribuição de recursos hídricos.
Segundo os estudos, os países geralmente iniciam as disputas de maneira armada, mas, ultimamente, têm chegado a acordos pacíficos. De acordo com Aaron Wolf, o geógrafo que liderou o projeto, “para mim, a parte realmente interessante é como mesmo árabes e israelenses ou indianos e paquistaneses serão capazes de resolver suas diferenças e achar uma solução.”
Boa parte dos atuais casos de “rixas” entre países envolve a construção de represas. Na Turquia, o desentendimento é com o Iraque. Outra represa, que é construída na Etiópia, em uma região de nascentes do Rio Nilo, está desagradando Sudão e Egito. Uma situação semelhante ocorre no Tajiquistão, que quer erguer uma usina hidrelétrica na nascente do rio Amy Darya. Seria a represa mais alta do mundo, contudo a construção está gerando problemas com o vizinho Uzbequistão.
De acordo com previsões do Banco Mundial, quando a população mundial for 7% maior do que a de hoje, para cada aumento de um grau na temperatura, haverá 20% menos oferta de água. A produtividade agrícola pode cair 2% por década até o final do século, de forma que a demanda deverá crescer 14% até 2050.


FONTES: PAINEL ON CLIMATE CHANGE
POPULAR SCIENCE